Descrição
Esta moeda de colecção faz parte da série «Tesouros Numismáticos Portugueses» que recria cinco dos mais belos exemplares em ouro da numismática portuguesa, pelo seu significado, importância histórica e económica e pela sua raridade:
2009 – “Morabitino de D. Sancho II” - Facial de 1,5 Euro - 10,37gr - ouro .999 – 26,5mm;
2010 – “Justo de D. João II” – Facial de 5 Euros – 15,55gr – ouro .999 – 30,0mm;
2011 – “Português de D. Manuel I” – Facial 7,5 Euros – 23,33gr – ouro .999 – 33,0mm;
2012 – “Peça 1722 – Lisboa, de D. João V” – Facial de 5 Euros - 15,55gr – ouro .999 – 30,0mm;
2013 – “Peça 1833 – Degolada, de D. Maria II” - Facial de 5 Euros - 15,55gr – ouro .999 – 30,0mm
A moeda recria o «Justo» de D. João II (1481-1495), considerado um tesouro numismático pela sua contribuição para afirmar importância política e económica de Portugal na época dos descobrimentos. O desenho da moeda, inovador para a época, transmite a mensagem que pautou o reinado de D. João II: o rei era o centro de tudo.
Tratando-se embora de uma moeda moderna, o seu desenho é bastante próximo do original que comemora. Mostra no seu anverso a legenda «República Portuguesa», o valor facial, a era e o escudo nacional representados de forma a fazer conjunto com a composição exibida no reverso, onde é recriada a imagem da face do «Justo» com a imagem do Rei ao centro da moeda, sentado no trono, com manto, coroa e espada.
Esta moeda tem o bordo liso e irregular inspirado na moeda original.
Centro absoluto do reino, D. João II foi também o monarca com o qual Portugal deu passos decisivos na preparação e realização da expansão, elevando-se ao estatuto de potência mundial de primeiro plano, consagrado no Tratado de Tordesilhas.
Com a cunhagem do justo, exibindo um novo escudo, quis o monarca simbolizar na Europa um novo Portugal, poderoso e próspero.
A própria moeda ilustra a concepção de Estado, precursora da modernidade política, que foi a de D. João II, monarca dos que mais duradouras marcas deixou na história de Portugal.
Rei centralizador por excelência, que combateu, para isso, a aristocracia, decapitando mesmo algumas das suas principais figuras, o rei era então o centro de tudo, tal como a moeda nos mostra: um rei ao centro da moeda, sentado no trono, com manto, coroa e espada.
2009 – “Morabitino de D. Sancho II” - Facial de 1,5 Euro - 10,37gr - ouro .999 – 26,5mm;
2010 – “Justo de D. João II” – Facial de 5 Euros – 15,55gr – ouro .999 – 30,0mm;
2011 – “Português de D. Manuel I” – Facial 7,5 Euros – 23,33gr – ouro .999 – 33,0mm;
2012 – “Peça 1722 – Lisboa, de D. João V” – Facial de 5 Euros - 15,55gr – ouro .999 – 30,0mm;
2013 – “Peça 1833 – Degolada, de D. Maria II” - Facial de 5 Euros - 15,55gr – ouro .999 – 30,0mm
A moeda recria o «Justo» de D. João II (1481-1495), considerado um tesouro numismático pela sua contribuição para afirmar importância política e económica de Portugal na época dos descobrimentos. O desenho da moeda, inovador para a época, transmite a mensagem que pautou o reinado de D. João II: o rei era o centro de tudo.
Tratando-se embora de uma moeda moderna, o seu desenho é bastante próximo do original que comemora. Mostra no seu anverso a legenda «República Portuguesa», o valor facial, a era e o escudo nacional representados de forma a fazer conjunto com a composição exibida no reverso, onde é recriada a imagem da face do «Justo» com a imagem do Rei ao centro da moeda, sentado no trono, com manto, coroa e espada.
Esta moeda tem o bordo liso e irregular inspirado na moeda original.
Centro absoluto do reino, D. João II foi também o monarca com o qual Portugal deu passos decisivos na preparação e realização da expansão, elevando-se ao estatuto de potência mundial de primeiro plano, consagrado no Tratado de Tordesilhas.
Com a cunhagem do justo, exibindo um novo escudo, quis o monarca simbolizar na Europa um novo Portugal, poderoso e próspero.
A própria moeda ilustra a concepção de Estado, precursora da modernidade política, que foi a de D. João II, monarca dos que mais duradouras marcas deixou na história de Portugal.
Rei centralizador por excelência, que combateu, para isso, a aristocracia, decapitando mesmo algumas das suas principais figuras, o rei era então o centro de tudo, tal como a moeda nos mostra: um rei ao centro da moeda, sentado no trono, com manto, coroa e espada.
Informação Adicional
| Código do produto: | 5410 |
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